04.05.10
Alunos do D. Maria visitam Pavilhão Centro de Portugal
Aula sobre o iParque

Emprego, emprego e emprego. Era essa a preocupação de alunos e professores durante a visita desta manhã de três turmas do 9.º ano da Escola Secundária Infanta D. Maria ao Pavilhão Centro de Portugal, onde foram ter uma “aula” sobre o iParque. Em cerca de 50 minutos os alunos tiraram todas as dúvidas acerca do novo parque científico e tecnológico de Coimbra.

Alunos de três turmas do 9.º ano da Escola Secundária Infanta D. Maria

A ideia partiu da professora de Geografia Helena Martins, que iniciou o contacto com a administração do iParque. A ideia foi recebida com entusiasmo e a docente esclareceu que a visita se inseriria “no Plano Anual de Actividades da Escola e teria um carácter interdisciplinar envolvendo professores das disciplinas ITIC (Introdução às  Tecnologias de Informação e Comunicação), Matemática, Área Projecto e Educação Tecnológica”. Os objectivos, de acordo com a mesma professora, seriam “conhecer a estrutura e dinâmica de um parque tecnológico, compreender a importância dos parques tecnológicos no desenvolvimento das regiões em diferentes escalas, contextualizar os conhecimentos adquiridos e promover a inserção escola/meio envolvente”.

Com apoio de Helena Martins, foi desenvolvida uma apresentação PowerPoint simples com o intuito de explicar aos alunos os conceitos base da criação do iParque, as suas características, os seus objectivos e que inclui também as imagens relativas a alguns edifícios já projectados para o parque.

Esta manhã, deslocaram-se ao Pavilhão Centro de Portugal, actual sede do iParque, cerca de 70 alunos para ter a “aula” sobre o projecto. No final da apresentação PowerPoint, além de questões relacionadas com alguns conceitos usados durante a palestra – como, por exemplo, “clusters” (núcleos ou áreas estratégicas de actividade) -, as perguntas tiveram como tema dominante o emprego.

Professores e alunos quiseram saber, entre outras coisas, quais as áreas de formação que poderão ter mais oportunidades de emprego no iParque ou quantos empregos serão criados com a entrada em funcionamento do parque. Apesar da dificuldade de uma resposta cabal, a responsável pela Comunicação & Marketing do iParque, Gisela Cruz, no papel excepcional de professora, explicou que, sendo um parque científico e tecnológico, as áreas das ciências e tecnologias, especialmente as que constituem os clusters do iParque – Ciências e Tecnologias Biológicas, da Vida e da Saúde, Multimédia e Ciências e Tecnologias da Informação, Telecomunicações e Robótica e Automação Inteligente -, terão, naturalmente, destaque, no entanto, “o aumento da actividade económica na região trará seguramente outras necessidades ao mercado de trabalho local”. No que diz respeito ao número de empregos criados, a empresa SANFIL - que construirá no iParque o Hospital de Santa Filomena - foi usada como exemplo. “A SANFIL aumentará o número de postos de trabalho em cerca de 30%. E esta é apenas uma empresa. Com as devidas diferenças, é preciso ter em atenção que, só a primeira fase do iParque, tem 15 lotes para indústria…”

A “aula” terminou com uma foto de grupo no exterior do edifício e com o regresso dos alunos ao seu local de ensino, já que, durante a tarde, as aulas continuaram para as três trumas, embora no ambiente mais convencional da Escola Secundária Infanta D. Maria.

Mais Informações em: http://www.coimbraiparque.pt/index.php?option=com_docman&task=doc_download&gid=779.

 
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